sábado, 4 de junho de 2011

Machado de Assis

Machado de Assis Joaquim Maria Machado de Assis, nasce do no Rio de Janeiro a 21 de junho de 1839 e morre a 29 de Setembro de 1908. Começa a vida como sacristão, aprendendo a ler e escrever com um padre. É obrigado a trabalha desde infância como aprendiz de tipógrafo e mais tarde como revisor, torna-se depois ajudante de direção do Diário Oficial. Em 1873, entra para o ministério da agricultura, onde trabalha até a aposentadoria, poucos anos antes de sua morte. Machado de Assis descendente de uma família humilde, aprendeu por si mesmo com seu próprio esforço, viveu numa época em que o Brasil estava sob regime monárquico escravocrata, na época D. Pedro II era imperador do país. Cultivou quase todos os gêneros literários, mas destacou-se coo ficcionista. Inicia sua fase realista, demonstrando um estilo perfeito, com a publicação de Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881). Esse romance apareceu inicialmente em folhetins, na Revista Brasileira do Rio de Janeiro, 1880; sendo que essa obra é considerada como marco inicial do realismo brasileiro. Machado de Assis, foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras (1897), na qual foi aclamado seu primeiro presidente até a sua morte. A obra poética de Machado de Assis divide-se me duas fases: a romântica (que sofre forte influência de Gonçalves Dias) e a mais próxima ao Parnasianismo (com temas semelhantes ao de Raimundo Correia). A prosa machadiana divide em: 1ª fase (romances com características românticas) e a 2ª fase (com características realistas). Principais Obras: 1ª Fase Romances Ressurreição A mão e luva Helena Iaiá Garcia Contos Contos Fluminenses Histórias da meia-noite Poesias Crisálidas Falenas Americanas 2ª Fase Romances Memórias Póstumas de Brás Cubas Quincas Borba Dom Casmurro Esaú e Jacó Contos Várias Histórias Páginas recolhidas Relíquias da casa velha Poesias Ocidentais Teatro Hoje avental, amanhã luva Desencantos O caminho da Porta Quase ministro Os deuses de casaca Uma ode de Anacreonte Tu, só tu, puro amor Não consultes médico Póstumas Contos recolhidos Contos esparsos Histórias sem data Contos avulsos Contos esquecidos Contos e crônicas Crônicas de hélio Novas relíquias A semana Crítica teatral Crítica literária

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